“[...] Uma pessoa adulta, em geral, fica arrasada ao ser discriminada, sofre, se revolta, fica furiosa, deprimida... Enfim, tem várias reações. Agora, imaginemos um ser humano negro de 0 a 6 anos de idade [...]”.

Leia mais - Valores civilizatórios afrobrasileiros na Ed. Infantil (Azoilda Trindade)

Trabalhar a educação das relações étnico-raciais na educação infantil deveria acontecer por força de leis e documentos? O que, então, nos mobiliza para trabalhar; com esse assunto nas instituições de educação infantil?. Leia o artigo reflita sobre as possíveis respostas -

Razões para trabalhar a Educação das relações étnico-raciais na Educação Infantil (Lucimar Rosa Dias e Patrícia Santana)

“[...] Crianças começam a perceber as diferenças raciais na faixa etária dos 3 aos 5 anos de idade e, com o passar do tempo, passam a julgá-las em conformidade com o contexto em que estão inseridas [...]”.

Educação Infantil e relações raciais: conquistas de desafios
(Lucimar Rosa Dias e Cida Bento)




Aprendizado através do teatro interativo: como ensinar de forma lúdica.
Criar ferramentas para que as crianças possam se familiarizar com a diversidade de raças, etnias e culturas, trabalhando uma contextualização e interatividade que permita uma vivência intuitiva, que desperte nos alunos o interesse por conhecer, questionar e provocar mudanças em seu modo de agir.

A igualdade das diferenças
Promover a visibilidade das crianças afrodescendentes, por meio de cartazes e murais no cotidiano da educação infantil. Instigar, em crianças e adultos, o reconhecimento e a valorização das diferenças étnicas. Desenvolver a afetividade, entre as crianças, por meio do contato físico.

Brincando com as Diferenças: Um Projeto Étnico-cultural
A esperança para a construção de um mundo melhor depende de nossas crianças. Portanto, é necessário fazer delas sujeitos-cidadãos capazes de questionar e desconstruir mitos de superioridade e inferioridade entre grupos humanos e, assim, construír uma sociedade que respeita e reconhece as diferenças.

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“Quando o Igor nasceu e seus dedinhos balançaram pra lá e pra cá, todos puderam notar como era bonito o seu pé. De bebê virou menino e de menino, um rapagão, e até hoje por onde passa tem sempre alguém que diz - como é bonito o pé do Igor!”.

Como é bonito o pé do Igor (Sonia Rosa)


“Lelê não gosta do que vê.- De onde vêm tantos cachinhos?, ela vive a se perguntar.E essa resposta ela encontra num livro, em que descobre sua história e a beleza da herança africana”.

O cabelo de Lelê (Valéria Belém)


No reino dos achântis ninguém passava fome, porque havia abundância de alimento: eles comiam nuvens, que naqueles tempos ficavam bem pertinho do chão [...].

O comedor de nuvens (Heloisa Pires Lima)


















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LISTA DE VÍDEOS
Escolha e clique em um dos links abaixo para assistir o vídeo ao lado:

• Ilya e o fogo
• Pajerama
• I love my hair
• Ecos da liberdade